Thursday, August 24, 2017

O DIA HISTÓRICO.

Prezadas e prezados

No dia 24 de agosto, há 63 anos, Getúlio Vargas foi levado ao suicídio. Não suportaria a vergonha e o asco de um julgamento pelos inimigos do Brasil e do povo brasileiro. E estas forças continuam até hoje infestando a Nação com seu projeto de destruição do Estado Nacional Brasileiro. 


Talvez nenhum golpe tenha sido tão entreguista, tão inimigo do Brasil quanto este de 2016. E mais cínico e cruel.



Como forma de registrar este evento histórico, encaminho, em anexo, três artigos com base nos reveladores trabalhos que professores e historiadores, com seus doutorados concluídos a partir de 1980, publicaram. Eles mostram um Brasil Colonial diferente daqueles que, até então, trataram desta época. 



Aproveitei para identificar a permanência dos traços coloniais nos dias de hoje, com as referências destes professores.



Também incluo abaixo um artigo específico sobre Getúlio Vargas, como publicado no blog "Meu Lote", do meu amigo Nei Lopes.



Forte abraço e peço, se possível, que marquem também este dia, de uma nação enlutada.



Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado


         DOBRE A FINADOS, ESVAI-SE O PROJETO DE NAÇÃO 

  Após 63 anos de falecimento do dirigente que ousou, pela primeira vez, construir verdadeiramente a nação brasileira, o que nos ficou, além da profunda tristeza?

Os mesmos males, a mesma ignomínia de uma classe que vive em águas turvas e se agarra como cracas ao Estado para entregar das riquezas do Brasil.

Pagode do “Rio Negro 50” (Foto de Paulo Boechat)

O exemplo, o tiro daquele personagem tumular que, nas páginas de seu jornal, escreveu a 6 de agosto de 1954:

“… Perante Deus acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá audácia para atos como o desta noite. Este homem chama-se Getúlio Vargas” (Tribuna da Imprensa).
No dia 23 daquele agosto, injustamente acusado pelo oportunista – que como todos os seus seguidores, sempre foi inimigo da nossa soberania – responde o grande Presidente, na manchete do único jornal que lhe dá acolhida:

“Apenas morto sairei do Palácio do Catete” (Última Hora).
Na distância de mais de meio século, com volumosa literatura desvendando diversas vertentes deste momento infeliz de nossa história, procurarei traçar um paralelo com a desdita de hoje.

Como se forma a mente de um brasileiro, sem qualquer ganho com a submissão aos interesses estrangeiros, às potências coloniais ou sistemas dominadores, que busca na mentira da publicidade enganosa dos fatos, no engodo das falsidades evidentes, em sua própria miséria, condenar os que lutam pela emancipação nacional e defender os traidores da Pátria?

 Não é resposta fácil, nem aceito a paranoia de ter a verdade.

 Coloco em questão a formação da cidadania.

Quantos já reproduziram piadas degradantes, quantas vezes se manifestaram desilusão, descrença na força da nação, em quais situações procuram demonstrar nossa irresponsabilidade, nossa vocação para o erro, o escamotear?

 E por que esta auto depreciação? 

O que é a cidadania, ser cidadão? 

Em primeiro lugar a dificílima aceitação da paridade; considerar que todos os brasileiros são iguais, pares nas decisões sobre o País.

Esta é uma questão crucial, mas me deterei neste artigo à importância de Vargas em nossa história. Sem dúvida polêmica. Se prendeu e torturou brasileiros, cujo crime era discordar de sua administração, foi o primeiro governante a promover o efetivo desenvolvimento da indústria brasileira e a reconhecer a importância do trabalhador na formação nacional. 

Vinte anos após, por coincidência, outro presidente, que também prendeu e deixou que se torturasse opositores, Ernesto Geisel, promoveu a capacitação industrial brasileira nos segmentos de ponta, que hoje nos fazem falta: informática, nuclear e aeroespacial. Também este sofreu um golpe para designar seu sucessor.

Getúlio foi crescendo na compreensão do Brasil e do mundo durante seu primeiro governo e chega ao segundo, eleito pelo povo, com a certeza de que só o Estado, atuando com profundidade na economia, poderia desenvolver o Brasil. Isto era, e ainda é constatado em todo mundo, e só os ideologicamente contrários ao Brasil Soberano podem defender a invasão estrangeira, com as falsidades liberais ou neoliberais, promovidas pela banca, o sistema financeiro internacional. 

E como vemos, não se trata de esquerda ou direita, mas de nacionalismo ou entreguismo.

Vargas viveu um momento em que as ideologias mais extremas galvanizavam as opiniões, restando um espaço desprezível para posições menos radicais. E como é óbvio, foi arrastado nesta disputa. Daí a acusação de ser um simpatizante do fascismo, como apontam alguns historiadores e biógrafos.

Mas no inconsciente popular ele foi e continua sendo “O Grande Presidente”, que defendeu o trabalhador, os menos afortunados, o “Pai dos Pobres”.

Tive, há dois anos, uma experiência significativa. Meu amigo do tempo de faculdade, o poliemérito intelectual, artista e escritor Nei Lopes lançava seu romance “Rio Negro, 50”, cuja história transcorre em 1950. Participavam do evento amigos sambistas do Nei, que usaram a rua, transformada em de pedestre naquele sábado, para homenageá-lo com músicas da época. Haveria bem mais de 100 pessoas, entre os convidados e os que ocupavam as mesas do bar próximo. Surge o samba que fala de Vargas. Um uníssono e arrepiante aplauso se delonga, vindo de todos. A referência a Getúlio Vargas, num ambiente de classe média, em 2015, despertava esta manifestação.

 Não é outro o motivo que desde os governos militares, do entreguismo tucano de FHC, mesmo de Lula, para nem falar dos golpistas de 2016, há o desejo de extinguir a Era Vargas. E seus verdadeiros ou pretensos herdeiros sempre foram atacados, caluniados e criminalizados nas páginas da “grande imprensa”.

Que possamos prosseguir, com a adequação temporal, social e tecnológica, a Era Vargas, é uma verdadeira saída para o impasse brasileiro.

Neste “Meu Lote”Nei Lopes publicou, em 03/08/17, “Outro agosto, muitos anos atrás”, sobre suas recordações do 24 de agosto de 1954. Recomendo.

Wednesday, August 23, 2017

TRABALHO NO SÉCULO XXI REGULADO PELO SÉCULO XIX

       O século XX conheceu, além das guerras e conflitos ideológicos exacerbados, a grande mudança na compreensão das relações entre o homem e a natureza e nas próprias relações humanas. Isto não ocorreu no mundo místico nem simplesmente ideológico. 

Deveu-se, fundamentalmente, à direção das pesquisas que as máquinas de calcular impulsionaram alguns cientistas no pós guerra: a teoria geral dos sistemas e a teoria da informação.

O que antes era tratado como força, potência, seja erg, horse power, ou newton, passou a ser conceituado, medido e trabalhado como informação – bit.

Esta profunda transformação, ainda em processo de conhecimento e implementação, foi apropriado, política e economicamente, com argúcia e presteza, pelo sistema financeiro, a banca. Não quero com isso dar qualquer exclusividade aos atuais “donos do mundo”, mas seu próprio modelo de construir a dominação – formação de grupos multidisciplinares e multi-influentes – favoreceu a rápida capacitação, em algumas áreas importantes, deste novo conhecimento.

Coloquemos no texto de um dos fundadores deste novo conhecimento, William Ross Ashby (Introdução à Cibernética, Editora Perspectiva, 1970), sua própria dimensão: “a cibernética está para a máquina real – eletrônica, mecânica, neural ou econômica – assim como a geometria está para um objeto real em nosso espaço terrestre”.

Não é, por conseguinte, difícil a meus caros leitores perceberem a enorme mudança que este conhecimento iria, como de fato ocorreu, mudar a compreensão e a forma do trabalho, entre diversas outras profundas transformações.

Permitam-me uma rápida digressão. Nos governos militares, em especial no de Médici e sobretudo no de Geisel, cientes da importância deste conhecimento para a própria soberania nacional, forneceram os recursos, no âmbito público e no privado, para o desenvolvimento da “informática”. Estas denominações – informática, cibernética, processamento de dados – ainda hoje não são pacificamente conceituadas, e usarei doravante o termo informática para estes conhecimento.

E qual é a base deste conhecimento? Entender tudo, no mundo físico e mental, como sistema: o corpo humano, um rio, uma fábrica ou uma religião, e tratar este sistema como um fluxo informacional, onde sempre haverá uma fonte emissora, um meio propagador e um receptor da mensagem. É isto, em linhas muito simples, o que consiste a informática. Voltemos ao Brasil.

Com o projeto de dotar o País com capacitação acadêmica e industrial para o mundo da informática, o Brasil chegou a construir, com recursos humanos e materiais próprios, o minicomputador. O professor Ivan da Costa Marques, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em três notáveis trabalhos descreve esta oportunidade perdida (Revisitando o discurso mobilizador da “reserva de mercado” dos anos 1970 à luz dos Estudos CTS; Brazil and its unenlightened desposts: 1979/1980; e Minicomputadores brasileiros nos anos 1970: uma reserva de mercado democrática em meio ao autoritarismo). Em minha modesta opinião, o General Geisel foi o primeiro dirigente nacional a sofrer um golpe da banca ao designar o General Figueiredo seu sucessor. Esclareço que a banca inicia seu empoderamento, nas características atuais, com as “crises” do petróleo, nos anos 1960/1970.

Fica absolutamente nítido, que este novo recurso modifica inteiramente a própria conceituação do trabalho. Há muitas frases sobre a era do conhecimento, mas o trabalho continua a ser tratado como força e não como informação.

Escreve-se e fala-se de progressos tecnológicos, de racionalidades econômica, da supressão de empregos, mas, dificilmente se encontra uma formulação que incorpore o novo trabalho, uma nova postura diante da era da informática. No próprio título de seu livro, Norbert Wiener, outro fundador, coloca “Cibernética ou O Controle e a Comunicação entre Animais e Máquinas”, ou seja, é a nova relação dos homens entre eles e entre a natureza e o ser humano que este conhecimento busca interferir.

Em seu segundo livro, de 1950, “O Uso Humano de Seres Humanos”, Wiener já antevê a resposta conservadora ao mundo descortinado pela informática: “a nova revolução industrial é, pois, uma espada de dois gumes. Pode ser usada para o benefício da Humanidade, mas somente se a Humanidade sobreviver o bastante para ingressar num período em que tal benefício seja possível. Pode ser também usada para destruir a Humanidade, e se não for empregada inteligentemente, pode avançar muito nesse caminho” (na tradução de José Paulo Paes, para edição brasileira da Editora Cultrix, 1968, da edição revista por N.W. em 1954).

Tenho afirmado que foi a banca quem melhor soube se apossar dos recursos da informática. Ao dar o golpe no Presidente Geisel, impediu o surgimento de uma competição fora de seu controle. Provavelmente outros países sofreram, de algum modo, este impedimento.

Os golpistas de 2016, retornando o trabalho a condições análogas às do Império Brasileiro, não apenas escravizam nosso povo; colocam ainda mais distante do controle nacional os usos da informática.

É inacreditável que isto esteja se passando diante de nossos olhos e ainda exista quem considere o Partido dos Trabalhadores, Lula, o “bolivarianismo” como os inimigos do Brasil e de seu povo.

O projeto, em curso, da banca é o fim dos Estados Nacionais, só não vê quem nada entende ou quem não quer ou pode enxergar. O golpe de 2016, seus magistrados, promotores, parlamentares e jornalistas, ou seja, seus instrumentos, ainda poderão conhecer o futuro sombrio antevisto por Norbert Wiener, que não era comunista nem de “esquerda”.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado pedroaugustopinho@hotmail.com

Monday, August 21, 2017

SUBMARINO NUCLEAR AFUNDOU

Conseguiram: submarino nuclear afundou

Moro e Temer completaram a obra do FHC Brasif

publicado 20/08/2017
Submarino.jpg
Reportagem de Jefferson Ribeiro, no Globo Overseas, mostra que a Marinha brasileira não lançará ao mar, como previsto, em 2018, o seu primeiro submarino.


Logo, afundarão antes de ir ao mar os submarinos movidos a propulsão nuclear, previstos num acordo dos presidentes Lula e Dilma, com a França, para vigiar o pré-sal e garantir a soberania nacional, como o heroico Guilherme Estrella imaginava.


Como se sabe, logo depois de eleito, na primeira visita que fez a Iperó, SP, Lula foi à Unidade de Enriquecimento de Urânio Almirante Álvaro Alberto (outro herói nacional!) e soube, por um almirante, que o desastroso "governo" FHC Brasif tinha decidido cortar todas as verbas que se destinassem à defesa da soberania nacional.


Lembre-se que um dos muitos crimes de lesa-pátria do FHC Brasif foi assinar - sem receber um fiapo em troca - o acordo de não-proliferação das armas nucleares.


(Esse é outro que vai para o paredón do Conversa Afiada, assim que a canoa virar.)

Lula e Dilma deram energia e vigor ao programa dos submarinos e, acima de tudo, aos nucleares.


A ideia era defender a Amazônia Azul e o pré-sal da sanha dos americanos.

Agora, o Globo Overseas mostra o que o Conversa Afiada insiste em lembrar:


1) o Imparcial Moro de Curitiba foi o primeiro a desmontar o programa nuclear brasileiro, com a condenação ao cárcere, por 42 anos (42 anos!), do herói Alte. Othon Silva, que desenvolveu um método próprio, nacionalíssimo, de enriquecer o urânio - como se sabe, o Brasil é um dos poucos países do mundo que têm urânio e sabe enriquecê-lo de forma original.

(E depois que a canoa virar vai fazer a sua bomba atômica! Como Israel que, segundo Jimmy Carter, tem cem artefatos!)

(O bravo deputado Wadih Damous, porém, vai conseguir anistiar o herói Othon Silva!)


2) O Golpe surrupiou o dinheiro da Marinha!

E botou à frente - melhor, atrás... - dela o deputado baderneiro assim chamado de Jungmann, que, na verdade, quer mesmo é ser governador do Rio.

Os quatro - Moro, MT, FHC e Jungmann - serão enterrados com honras de heróis da pátria, no cemitério de Arlington!


Em tempo: o historialista Elio Gaspari - vote na trepidante enquete - exibe nesse domingo, 20/VIII, seus conhecimentos de Wikipédia para tratar do cemitério de Arlington, na Virgínia, onde repousam os heróis da pátria (americana). O objetivo do dos chapéus é falar mal do... Trump. Umjênio...

Paulo Henrique Amorim

MUITA BANCA E NENHUMA JUSTIÇA SÃO OS MALES DO BRASIL

     A participação do judiciário nos golpes é parte da estratégia da banca de dominação do poder mundial. Denomino banca o sistema financeiro internacional. Esta não é uma jabuticaba, mas vou me ater ao Brasil, sem descuidar das ligações internacionais que a participação da banca me obriga.

Cabem poucas palavras sobre a origem e as transformações da banca.

Como poder, podemos dividir em três tempos a ação do “financismo”. Primeiro, nos séculos XVI e XVII, quando surgem, na Inglaterra e na Holanda, as Companhias das Índias e os Bancos Centrais, numa simbiose de instituições privadas agindo como entes públicos. Não me deterei nem neste, nem na segunda fase, iniciada na Inglaterra com a Revolução Industrial e que ganha corpo, após o Congresso de Viena de 1815, com o Império Britânico. Há uma certa continuidade entre esta fases, distinguindo-as pela amplitude do poder. Na primeira, era do mercantilismo, a banca se apropriava dos ganhos mercantis, causa principal das guerras angloholandesas e da primeira expansão colonial. Na segunda, especificamente inglesa, evita o surgimento do poder industrial autônomo e subordina o desenvolvimento da indústria à expansão colonial. A era das canhoneiras.

A Revolução Francesa, o domínio continental de Napoleão e a hábil manipulação das vaidades e dos medos, no Congresso de 1815, tornam a Inglaterra a grande vitoriosa do imperialismo que se esgota na I Guerra Mundial.

Há, então, um interregno, onde se empodera o industrialismo. Mas, após a II Grande Guerra, o financismo volta a atacar em várias frentes: econômicas, ideológicas e ecológicas. É desta época o surgimento de sociedades, grupos, foros e outras organizações que combaterão a industrialização como poder, quer capitalista quer socialista, com argumentos muitas vezes contraditórios, mas com o importantíssimo domínio dos meios de comunicação de massa: as mídias.

É curioso que muito do que se divulga como estratégia gramscista, das ardilosas maquinações comunistas, na verdade constitui a ação corriqueira da banca, com a manipulação das mídias. Nem há o pudor da coerência; ontem atacava a corrupção e, ao colocar os corruptos no poder, esconde a corrupção e passa a difundir a violência urbana e o terrorismo estrangeiro. Assim, prepara o campo para transformar as Forças Armadas em gendarmeria da banca. Não sei se o caro leitor foi despertado para o fato de o exército, aquele de Caxias, ter-se transformado em oficial de justiça, dando proteção à entrega de mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, agora, em agosto de 2017.

Deixemos o Clube de Roma, o Instituto Tavistock, a Sociedade de Mont-Pélerin, o Grupo Bilderberg, o Consenso de Washington, o Foro Econômico Mundial, o Greenpeace e outros instrumentos de ação da banca e vamos nos concentrar na questão do direito e da justiça. Afinal, com o objetivo de destruir os Estados Nacionais, a banca não pode deixar de lado as questões constitucionais e administrativas, que trarão para o espaço de suas vítimas a insegurança jurídica.

Já existe um aparato, que chamarei juspolítico (embora não seja uma denominação minha, dando respaldo teórico e ideológico às formulações jurídicas pró banca. Alguns são filhos de Carl Schmitt, o jurista do nazismo hitlerista, outros já dispensam a fase racial; muitos não são corruptos, mas descreem na humanidade; o sistema totalitário os une. Para todos eles, as pessoas precisam de tutores, de donos, de quem tenha capacidade para mandá-las fazer ou proibi-las de agir. Cito os estrangeiros, Karl Larenz, Patrick Lagadec e Ulrich Beck, Eduardo García de Enterría e Antonio-Enrique Pérez Luño, Giancarlo Sorrentino e, entre nós, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e  Moreira Neto, cada um com suas especificidades e profundidades filosóficas e analíticas.

Quando um juiz, como o agente Moro, age ao arrepio das normas e procedimentos jurídicos consagrados, unicamente para perseguir um partido político, seus filiados, suas lideranças e seus apoiadores, com ou sem provas, e, ao mesmo tempo, desconsidera processos e fatos públicos que condenam os opositores do PT, ele não age tão somente por arbítrio. Ele cumpre, em seu campo, o papel de desmoralização da justiça e dos institutos jurídicos. O mesmo se pode dizer de Gilmar Mendes, sua concessão de habeas corpus e as visitas noturnas e nos fins de semana a representantes golpistas do executivo e judiciário. O apoio ao golpe pelo judiciário não é novidade, nem no Brasil nem na América Latina, mas se reveste, neste instante, muito mais do que uma mudança de rumos políticos e prioridades administrativas. Agora, o judiciário contribui com o projeto da banca de ver, em toda América Latina, um imenso Iraque, uma Líbia só.

E a importância do Brasil, neste projeto, é enorme.

O que é a Líbia, hoje? Um enorme território, com muito petróleo, sem um governo nacional, onde etnias e populações se digladiam por um nada. Como os coronéis brasileiros matavam por “honra” (sic). E, assim, a banca pode extrair o petróleo, formando um gueto de segurança, usando os próprios líbios para defendê-la, e garantindo a energia barata que usa na Europa ou nos Estados Unidos da América (EUA).

Thierry Meyssan, escritor e analista, escreveu em seu Réseau Voltaire (Divergências no seio do campo anti-imperialista, 16/08/2017): “Os Estados Unidos não buscavam nem derrubar os governos progressistas (Líbia e Síria), nem roubar o petróleo e gás da região, mas, sim destruir os Estados, para reenviar as populações à pré-história, para a época em que «o homem era o lobo do homem»”. Ao escrever Estados Unidos, Meyssan tratava claramente do poder que move hoje os EUA: a banca.

Para esta triste realidade, os brasileiros tem, como agentes de interesses não nacionais, seu próprio poder judiciário. Não é uma luta fácil, construir um sistema de governo, ainda que venha se tomar o executivo, que reformule os poderes da Nação para evitar a ação daninha da banca. E despertar uma magistratura nacionalista.

"Não nos é permitido olhar a realidade a partir da varanda nem podemos permanecer comodamente sentados no sofá a olhar o mundo que passa à nossa frente na televisão." (Papa Francisco)

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado 
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Sunday, August 20, 2017

COLETÂNEA SOBRE EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS E DAS CIÊNCIAS/TECNOLOGIA

REALMENTE  TEMOS QUE EDUCAR, PARA MINIMIZAR ESTE CLIMA DE VIOLÊNCIA.

MAS, VOU SEPARAR  ESTA SUA PALAVRA “EDUCAR”  EM DUAS FUNÇÕES : EDUCAR OS SENTIMENTOS (SUBORDINANDO OS SENTIMENTOS EGOÍSTAS AOS SENTIMENTOS ALTRUÍSTAS) E EDUCAR A INSTRUÇÃO CIENTÍFICA ( MATEMÁTICA, ASTRONOMIA, FÍSICA, QUÍMICA, BIOLOGIA, SOCIOLOGIA POSITIVA E A MORAL POSITIVA)  E SUAS APLICAÇÕES TECNOLÓGICAS.

ALGUM TEMPO ATRÁS ESCREVI COM UM JUDEU BRASILEIRO FILHO DE RABINO FAZENDO UMA SIMBIOSE  DAS DUAS DOUTRINAS  TEOLÓGICA DO VELHO TESTAMENTO, COM A DOUTRINA CIENTÍFICA DO POSITIVISMO SOBRE ESTE TEMA, NO QUE TANGE A EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS, QUE SEGUE NO LINK - http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2012/07/responsabilidade-das-religioes.html

Aproveitando o ensejo para enviar outros artigos que complementam o tema:


EDUCAÇAO NA DINAMARCA O PAÍS MAIS FELIZ DO MUNDO
A Dinamarca é o país mais feliz do mundo e vem renovando esse título sucessivamente. O segredo?Segundo um novo livro -- Pais à Maneira Dinamarquesa, da cronista norte-americana Jessica Joelle Alexander e sa psicoterapeuta e terapeuta familiar dinamarquesa Iben Dissing Sandahl --, tudo passa pela forma como vivem a infância. A Ana Marques foi por isso saber como os pais mais felizes do mundo educam os seus filhos

EDUCAÇÃO CONTROLE MENTAL E NOVA ORDEM

Sugiro a leitura do livro de Pascal Bernardin, "Maquiavel Pedagogo".
Abçs
Arruda

EDUCAÇÃO CONTROLE MENTAL E NOVA ORDEM


 Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE)
VIDE A TÉCNICA USADA NO BRASIL


Nesta era digital, quociente de inteligência digital ou DQ, é a nova palavra-chave -http://www.nst.com.my/news/2017/03/222233/digital-age-digital-intelligence-quotient-or-dq-new-key-word
GRAVÍSSIMO
PLANO DE EDUCAÇÃO DE AGLIBETO XAVIER PROFESSOR DO COLÉGIO  PEDRO II E ALUNO DE UM DICIPULO DIRETO DE DE AUGUSTO COMTE .  http://livrospositivistas.blogspot.com.br/2014/05/em-defesa-da-mentalidade-brasileira-rio.html