Sunday, October 22, 2017

National Security


Пожалуйста, переведите текст этого письма людей, которые знают, португалец там в Москве. Благодарю

Ao

       Brasão de Armas da Rússia
    
       
                       Kremlin – Presidência da Federação Russa

Prezado Presidente da Federação Russa – Senhor Vladimir Putin.

Assunto: Национальная безопасность    

 

INTRODUÇÃO:

          O PERIGO DO COLONIALISMO JUDAICO COM DESEJO DE DOMINAR AS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL E DA RÚSSIA, LUBRIDIANDO-OS através da imagem e dos sentimentos do Patriotismo, com referência aos seus Heróis Soldados – Pracinhas do Brasil e dos Russos, do dia da Vitória – da Segunda Guerra Mundial; junto as Entidades compostas de Generais e de outras patentes da Reserva atual, dos dois países, que servirão de lobistas, junto as unidades militares de hoje, com objetivos de sondarem suas estratégias militares e esvaziando  o poder  do Presidente Vladimir Putin, à favor da  atual Nova Ordem Mundial .


    Fora ainda tentar vender armamento de fabricação de Israel/USA, junto aos antigos países satélites, da União Soviética, como fazem com a Índia e o Brasil, usando das armas da corrupção, peculiar comportamento amoral desta Etnia, sem noção de Res-pública, de Pátria e Nacionalismo.

 

A noção deles é de Amor ao Dinheiro, independente se a forma de ganho for dentro do Comportamento  Moral ou Amoral.


         Tudo que segue agora tem que ser mantido dentro de um elevado sigilo, pois  pode existir de ambas as partes os “Quinta-Coluna” infiltrados, pondo minha vida em risco. Favor analisar o contexto desta carta  com pessoas que saibam o português ai em Moscou. Obrigado!

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         A minha preocupação sobre este assunto, que vou abordar, começou em 2008, quando escrevi para um Cel. da Ativa do Exército Brasileiro sobre meu espanto:
        “Prezado Amigo Cel. XX,  Rio de Janeiro 2008 – o início. Algumas coisas do texto foram atualizadas  até 2017

BOM DIA!

    Espero que tudo esteja correndo segundo seus planos ai na África.

    Estou lhe enviando um e-mail que passei para o Comandante do Exército, alertando sobre o fato que te relato.
     Gostaria de não me desgastar em estar toda hora enviando material para o  General Comandante do Exército , mas tenho notado por outros pontos de conduta de certos  elementos nada patriotas - que o assunto de venda de armas  e munições do exterior , fazem certos  grupos de interesse se infiltrarem e enganando os Oficiais, dentro do EB ( pelo lado fraternal dos Oficiais do EB), com finalidades  ditas de Homenagem A CERTOS BRASILEIROS QUE PARTICIPARAM DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL ( Que estão sendo usados sem perceber),  e  tirar proveito junto aos militares da reserva, para tê-los como "lobistas" em interesses na venda de planejamento, projetos básicos e até  no detalhamento e implantação física das necessidades do EB) estando presentes em cargos "chaves - camuflados" da  ESG e da ECEME e em Instituição como esta que estou lhe enviando o convite. https://www.google.com.br/search?source=hp&q=convite++anvfeb&oq=convite++anvfeb&gs_l=psy-ab.3...417.15292.0.16684.14.14.0.0.0.0.377.3309.0j2j10j2.14.0....0...1.1.64.psy-ab..0.11.2765...0j0i131k1j0i10k1j0i22i10i30k1.0.8MQkSqX0tXQ

     Os Oficiais da reserva sem notar que são os "bobos da corte" abrem as portas para os "camuflados vendedores de armas do mercado internacional”  de uma determinada origem - Israel, que está aprendendo ter noção de Pária. Duvido que venham aprender.

    Esta associação de PRACINHAS, foi modificada de forma  sutil, por um “líder” judeu brasileiro - Israel Tenente R/2 Blajberg , dito militar que já  inaugurou a Estrela de Davi no Monumento dos Pracinhas no Aterro do Flamengo, que nada tem haver com problema religioso – e que toda a remodelação do prédio da ANVFEB que estava roto, foi feita por uma empresa do Paraná, Technolac / Chgrupo (http://www.tecnolach.com.br/tecnolach/inicio/representantes/ )  de forma gratuita – doação, ( nunca  se conheceu uma empresa capitalista doar sem receber algo de volta) http://www.pletz.com/blog/comunidade-presente-na-nova-casa-da-feb-por-israel-blajberg/ que tem subsidiária em todo território nacional (capitais) para venda de móveis de escritório, cujo Know-How é do exterior e por ramificações tem ligação com grupos de equipamentos militares ou policiais do exterior.  http://www.portalfeb.com.br/estrela-de-david-inaugurada-no-monumento-aos-pracinhas/” cujo sócio principal é Clauzer Esteves Dziedziensky - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2206200517.htm


De repente  de 2009 até 2016, só existia  a Sede da Rua das Marrecas no Rio de Janeiro e sugiram com apoio externo....

Endereços de Associações de Ex-combatentes da FEB ANVFEB:

 Rio de Janeiro

ANVFEB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS VETERANOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
SEÇÕES REGIONAIS – RIO DE JANEIRO
Unidade Rio de Janeiro
Rua das Marrecas, 35
Lapa – Rio de Janeiro – RJ.
CEP: 20031-040
Fone/Fax: (21) 2532 1933
Horário Atendimento: Terças e quintas de 13:00 às 17:00 hs
E-mail: anvfeb@uol.com.br
Presidente: Vet. Hélio Mendes
Unidade Barra de Macaé
Rua Hildebrando Alves Barbosa, 115
Centro – Barra de Macaé – RJ
CEP: 27950-010
Presidente: Vet. Walter de Souza Moreira
Unidade Petrópolis
Av. Koeler, 255
Centro – Petrópolis – RJ.
CEP: 25685-060
Telefones: (24) 9996-2709 ou (24) 9262-9975
Presidenta: Deise Sueli Fagundes da Rosa
Unidade Resende
Rua Nossa Senhora de Fátima, s/nº
Caixa Postal nº 81858 – Paraíso – Resende – RJ
CEP: 27536-220
E-mail: anvfeb_resende@yahoo.com.br
Relações Públicas: Sgt Demetrius
Presidente: Veterano Maj R/1 Arnô
ASSOCIAÇÃO DOS EX – COMBATENTES DO BRASIL – SEÇÃO RIO DE JANEIRO
Rua do Lavradio,nº 38 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
CEP 20270-070
CASA DA FEB. ANVFEB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS VETERANOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
Rua das Marecas, nº 35 – Lapa
Rio de Janeiro – RJ
CEP 20031-040

Paraná

ANVFEB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS VETERANOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
SEÇÕES REGIONAIS – PARANÁ
Unidade Guarapuava
Caixa Postal nº 254
Centro – Guarapuava – PR
CEP: 85100-970
Presidente: Vet. Avelino Francisco Denardi
Unidade Ponta Grossa
Rua Tenente Hinon Silva, nº 135
Centro – Ponta Grossa – PR
CEP: 84010-140
Telefone: (42) 224-4837
Presidente: Vet. Odorico Dias de Goes



ANVFEB
Seções Regionais – Bahia 
Vila dos Ex- Combatentes
Quadra “A” – Lote 08
Itapuã – Salvador – BA.
CEP: 41635-150
Telefone: (71) 249-9633
Presidente: Vet. Raul Carlos dos Santos

ANVFEB
Seções Regionais – Ceará
Rua Carapinima, 2608
Benfica – Fortaleza – CE
CEP: 60015-290
Telefone: (85) 243-4211
Presidente: Vet. Geraldo Rodrigues de Oliveira

ANVFEB
Seções Regionais – Distrito Federal
DF – Ministério da Defesa – Exército Brasileiro
Esplanada dos Ministério – BL “O” – 4º Andar – Sala 428 – Brasília – DF.
CEP: 70052-900
Telefone: (61) 273-3920 / 321-7172 / 317-3204 – Ramal 2204
Fax: 317-3160
Presidente: Vet. Vinícius Venus Gomes da Silva

ANVFEB
Seções Regionais – Espírito Santo
Rua Prof. Telmo de Souza Torres, 84/302
Praia da Costa – Vila Velha – ES
CEP: 29100-015
Telefone: (27) 229-6672
Presidente: José Bittencourt Calau

 ANVFEB
Seções Regionais – Maranhão
Av. Vitorino Freire, 227
Bairro Retiro Natal – São Luís – MA
CEP: 65031-655
E-mail: anvfebslz@uol.com.br
Presidente: Vet Anselmo Alves

ANVFEB
Seções Regionais – Mato Grosso
Av. Expedicionários da FEB, nº 27 CPA – IV – 1ª Etapa
Centro – Cuiabá – MT
CEP: 78058-070
Presidente: Vet. Feliciano Moreira da Costa

ANVFEB
Seções Regionais – Mato Grosso do Sul
Rua Treze de Maio, 4101
Centro – Campo Grande – MS
CEP: 79002-356
Telefone: (67) 3027-5220
Fax: (67) 3384-5220
Presidente: Vet. Agostinho Gonçalves da Motta


ANVFEB
Seções Regionais – Minas Gerais
Unidade Belo Horizonte
Av. Francisco Sales, 199
Bairro Floresta – Belo Horizonte – MG
CEP: 30150-220
Telefone: (31) 3224-9891
Fax: (31) 3222-8021
Presidente: Vet. Joel Lopes Vieira

Unidade Divinópolis
Av. Antônio Olímpio de Moraes, 32
Centro – Divinópolis – MG.
CEP: 35500-005
Presidente: Vet. Joaquim Bernardes Guadalupe

Unidade Juiz de Fora
Rua Howyan, 40
Centro – Juiz de Fora – MG.
CEP: 36060-060
Telefone: (32) 3215-0083 / 3215-1057
Presidente: Antônio de Pádua Inham
Unidade São João del-Rei
Av. Tiradentes, s/nº
Área do Círculo Militar – Cx. Postal 10 – São João del-Rei – MG.
CEP: 36300-000
Telefone: (32) 3371-2811 / 3371-1104
Presidente: Vet. Ary Roberto de Abreu

Unidade Uberaba

Av São Paulo, 411
Bairro Amoroso Costa – Uberaba – MG.
CEP: 38072-580
Telefone: (34) 3322-2099
E-mail: anvfebuberaba@yahoo.com.br
Presidente: Vet Mário Daher

ANVFEB
Seção Regional – Pará
Travessa Piedade, 682
Nazaré (Antigo Reduto) – Belém – PA
CEP: 66053-210
Telefone: (91) 223-9698
Presidente: Vet. Vicente Fernandes de Moura

ANVFEB
Seções Regionais – Paraíba
Unidade Campina Grande
Rua São Francisco de Assis, 340
Conceição – Campina Grande – PB
CEP: 58102-405
Telefone: (83) 321-2866
Presidente: Vet. Marcelino Lúcio Mamedes

Unidade João Pessoa
Rua Das Trincheiras, 700
Centro – João Pessoa – PB
CEP: 58011-000
Telefone: (83) 221-4678
Presidente: Vet. Otávio da Silva Guerra

ANVFEB

Seções Regionais – Paraná
Unidade Guarapuava

Caixa Postal nº 254
Centro – Guarapuava – PR
CEP: 85100-970
Presidente: Vet. Avelino Francisco Denardi

Unidade Ponta Grossa

Rua Tenente Hinon Silva, nº 135
Centro – Ponta Grossa – PR
CEP: 84010-140
Telefone: (42) 224-4837
Presidente: Vet. Odorico Dias de Goes

ANVFEB

Seção Regional – Pernambuco
Av. Governador Carlos de Lima Cavalcante, 3.874
Bairro: Rio Doce – Olinda – PE
CEP: 53040-010
Telefone: (81) 3431-6213
Fax: (81) 3326-9195
E-mail: anvfebpe@hotmail.com
Presidente: Geraldo Paes Leme

ANVFEB

Seções Regionais – Rio de Janeiro
Unidade Rio de Janeiro

Rua das Marrecas, 35
Lapa – Rio de Janeiro – RJ.
CEP: 20031-040
Fone/Fax: (21) 2532 1933
Horário Atendimento: Terças e quintas de 13:00 às 17:00 hs
E-mail: anvfeb@uol.com.br
Presidente: Vet. Hélio Mendes

Unidade Barra de Macaé

Rua Hildebrando Alves Barbosa, 115
Centro – Barra de Macaé – RJ
CEP: 27950-010
Presidente: Vet. Walter de Souza Moreira

Unidade Petrópolis

Av. Koeler, 255
Centro – Petrópolis – RJ.
CEP: 25685-060
Telefones: (24) 231 1736 ou 264 1684 ramal 23.
Presidente: Maj. Antônio Rolim Valença

Unidade Resende

Rua Nossa Senhora de Fátima, s/nº
Caixa Postal nº 81858 – Paraíso – Resende – RJ
CEP: 27536-220
E-mail: anvfeb_resende@yahoo.com.br
Relações Públicas: Sgt Demetrius
Presidente: Veterano Maj R/1 Arnô

ANVFEB

Seção Regional – Rio Grande do Norte
Av. Rio Branco, 743
Centro – Natal – RN
CEP: 59012-270
Presidente: Vet. Cleantho Homem de Siqueira

ANVFEB

Seções Regionais – Rio Grande do Sul
Unidade Caxias do Sul

Rua Visconde de Pelotas, 249
Centro – Caxias do Sul – RS
CEP: 95020-180
Telefone: (54) 221-7660
Presidente: Vet. Alberto Arioli

Unidade Pelotas

Rua Padre Diogo Feijó, 102
Fragata – Pelotas – RS
CEP: 96030-772
Presidente: Vet. Osmar Neutzling

Unidade Novo Hamburgo

Rua Almiro Lau, 59
Hamburgo Velho – Novo Hamburgo – RS
CEP: 93540-020
Telefone: (51)595-1856
Presidente: Maj. Benno Armido Schirmer

Unidade Porto Alegre

Av. João Pessoa, 567
Centro – Porto Alegre – RS
CEP: 90040-000
Telefone: (51) 3328-5794 / 9173-9016
Presidente: Vet. José Conrado de Souza

Unidade Rio Grande

Rua Zaloni, 364
Caixa Postal nº 479 – Rio Grande – RS
CEP: 96200-970
Presidente: Vet. Arquimedes Gomes Chaves

Unidade Santo Ângelo

Rua Florencio de Abreu, 1564
Centro – Santo Ângelo – RS
CEP: 98504-560
Presidente: Vet. Santo Filho Garcia

ANVFEB

Seções Regionais – Santa Catarina

Unidade Blumenau

Caixa Postal nº 1315 – Centro
Blumenau – SC
CEP: 89010-971
Telefone: (47) 3222-8844
Presidente: Vet. Armando Muller

Unidade Brusque

Rua Felipe Schmidt, 455
Bairro São Luiz – Tiro de Guerra 05-005
Brusque – SC
CEP: 88350-001
Telefone: (47) 3351-2637
Fax: (47) 3351-2637
E-mail: tg05005@bol.com.br
Presidente: Vet. José Gonzaga
Colaboradores: 1º Sgt Matos e 2º Sgt Koerich

Unidade Florianópolis

Caixa Postal nº 1069
Rua Tenente Silveira, nº 69 – Itacurubi
Florianópolis – SC

CEP: 88010-970
Telefone: (48) 224-7447 / 225-0288 / 241-1960
Presidente: Nilson Vasco Gondim

Unidade Itajaí

Caixa Postal nº 274
Itajaí – SC
CEP: 88304-100
Telefone: (47) 344-2383
Presidente: Vet. Miton Fonseca

Unidade Jaraguá do Sul

Sede: Museu do Expedicionário (antiga Estação Ferroviária)
Av. Getúlio Vargas, 405 – Centro
Jaraguá do Sul – SC
CEP: 89251-000
Telefone: (47) 3370-1286, (47) 3372-3539 e (47) 2106-8700
E-mail: Ivokretzer@netuno.com.br
Presidente: Vet. Anselmo Bertoldi
Vice: Vet. Fridolino Irineu Kretzer
OBS: Quem administra o Museu e nos dão apoio logístico é a Fundação Cultural, da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. Para contatos mais diretos, poderá ser com a Sra. Andréia Cavalheiro Gonçalves Lopes – telefone (47) 2106-8700 ou
E-mail: andreia.cultura@jaraguadosul.com.br

Unidade Rio do Sul

Caixa Postal nº 469
Alameda Aristiniano Ramos, 406 – Centro
Rio do Sul – SC
CEP: 89160-000
Telefone: (47) 522-2742
Presidente: Vet. José Helleshein

ANVFEB

Seções Regionais – São Paulo

Unidade São Paulo

Rua Santa Madalena, nº 46
Vila Mariana – São Paulo – SP.
Telefones: (11) 285 2870 / 285 0117

Unidade Campinas

Rua Dr. Falcão Filho, nº 96
Botafogo – Campinas -SP
CEP: 13020-160
Telefone: (19) 3236 1584
E-mail:aexpcamp@hotmail.com
Site:http://aexpcamp.vilabol.uol.com.br
Presidente: Sra. Maria de Lourdes Abraão Sales

Unidade São Vicente

Av. Antônio Emmerick, 975 – 2º B.C.
Centro – São Vicente – SP.
CEP: 11370901
Presidente: Vet. Ataide Fernandes

Unidade Caçapava

Caixa Postal nº 61
Rua Regente Feijó, 18
Centro – Caçapava – SP
CEP: 12280-000
Telefone: (12) 252-2122
Presidente: Vet. Enéas Sá de Araujo

Unidade Jundiaí

Av. Vicente Rossi, 233
Jardim Morumbí – Jundiaí – SP
CEP: 13209-250
Presidente: Vet. José Geraldo Ramos de Oliveira

Unidade Ribeirão Preto

Rua da Liberdade, 182
Campos Elisios – Ribeirão Preto – SP
CEP: 14085-250
Presidente: Vet. Vicente Diogo de Oliveira

Unidade São Bernardo do Campo

Av. das Rosas, 01
Centro – São Bernardo do Campo – SP
CEP: 09720-490
Telefone: (11) 445-4103
Presidente: Vet. Antônio Cruchaki
  
ANVFEB

Seção Regional – Sergipe

Av. Ananias Azevedo, 714
Bairro São José – Aracaju – SE
CEP: 49020-080
Telefone: (74) 246-6552
Presidente: Vet. Luis Vieira Lima 

Veja a onde os judeus já estão no Governo do Presidente Temer - https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10213692630260780&set=a.1647784165228.88180.1555653615&type=3&theater  - Não sou anti-semita, mas eles representam a Nova Ordem Mundial, que é contra o nacionalismo e patriotismo, comandados pelo capitalismo financeiro/globalizado (família Rothschild ). Judeu brasileiro não é patriota e têm demonstrado aqui no Brasil serem  altamente  corruptos.
Qual não foi minha surpresa ao analisar o Facebook  do Consulado Russo no Rio de Janeiro e me deparei com este link: http://consrio.mid.ru/-/o-vstrece-s-rukovodstvom-nacional-noj-associacii-veteranov-ekspedicionnogo-korpusa-brazilii?inheritRedirect=true&redirect=%2F
Espero ter colaborado com o governo do Sr. Vladimir Putin e o Povo Russo.
Sem mais para o momento, desejo-lhes,
Saúde, com respeito e fraternidade,
Paulo Augusto Lacaz










          
         







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Monday, October 16, 2017

A QUEM SERVE A JUSTIÇA NACIONAL

Há sempre um poder e seu representante ou operador. 

Nos times esportivos, os cartolas e os capitães; nas Igrejas, os bispos e os párocos ou pastores; nas empresas, os acionistas e os chefes executivos e assim por diante. Mas há um Poder que conduz a sociedade e que também tem seus executivos. Este Poder pode levar à fome, ao meio da abundância de víveres, fazer irmãos de etnia e fé se odiarem e se combaterem até a morte, provocar a destruição e a guerra. Este Poder foi dos senhores feudais, dos Papas, dos Imperadores. Hoje ele é do sistema financeiro internacional, que abrevio “banca”, muito mais complexo e invisível, mas nem por isso menos perigoso e cruel.

Ele também se apresenta por seus executivos. O Poder já foi representado pelos religiosos, pelas forças armadas, agora é o judiciário quem ministra suas vontades.

Embora voltado para meu maior interesse, a pátria brasileira, este Poder e seu executivo não são jabuticabas. Eles se espalham pelo mundo. Mas só trataremos do Brasil.

Este artigo está dividido em duas partes: a origem e a justiça.

A ORIGEM

A leitura que o grande sociólogo Jessé Souza (JS) faz da obra prima de outro importante analista da sociedade brasileira, Gilberto Freyre (GF), nos guiará para o entendimento da sociedade de classes no Brasil. Refiro-me, especificamente, a “A Elite do Atraso, da escravidão à Lava Jato” (Leya, RJ, 2017) e “Casa-Grande & Senzala, formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal” (Imprensa Oficial, Recife, 14ª edição brasileira, 2 volumes, 1966).

O Brasil foi colonizado por um país de pequena população e território. 

Portugal continental tem 88.705 km² e, em 1600, beirava um milhão e trezentas mil pessoas. Logo, a simples ocupação para manutenção e defesa do país descoberto – o Brasil, no século XVI, tinha seu espaço definido pelo Tratado de Tordesilhas, a área a leste da linha reta de Marajó (Pará) a Laguna (Santa Catarina) – já seria uma empreitada formidável.

A escravidão negra e o “modo árabe” da convivência foram as escolhas, para o Brasil, pela aristocracia lusa. O denominado “modo árabe”, ou “mouro” ou “maometano”, diz respeito à família poligâmica com a característica peculiar da ligação do filho com o pai pela fé, e daí pelos costumes e rituais; o filho torna-se igual ao pai. 

Aqui, sobrepõe-se a vontade do patriarca, mas a família poligâmica, além da importância econômica e política, vai gerar os ocupantes de “funções de confiança”, seja para controle dos bens e do trabalho, seja para caça de escravos, seja para outras funções de intermediação e capatazia onde Jessé Souza vê a “genealogia das classes médias entre nós”. E acrescenta: “sua função de capataz da elite é preservada em algumas frações e modernizada ....... (como) a manutenção da distância social em relação aos setores populares”.

Assinalemos que o Império Português, diferentemente dos outros que então existiam e surgiriam, não teve um modelo colonial único, nem mesmo com princípios semelhantes. Isto é muito bem apresentado pelo historiador Charles Boxer, em “O Império Marítimo Português” (Edições 70, Lisboa, 2ª Ed., 2017), e pelo jurista António Manuel Hespanha, “As vésperas do Leviatan” (Almedina, Coimbra, 1994).

Conforme Philip Curtin (The Atlantic slave trade: a census, WUP, Madison, 1969), dez milhões de africanos vieram para as Américas e, praticamente, a metade para o Brasil, até o século XVIII. Fica nítida a desproporção demográfica e a preocupação de implementar um sistema social (político, institucional) infenso às revoltas, capaz de manter submissa aos interesses coloniais toda população local.

“Sociedade que se desenvolveria ....... pelo exclusivismo religioso desdobrado em sistema de profilaxia social e política” (GF, 1º v.). Mas a própria religião se curvaria “à autoridade pessoal do senhor de terras e escravos (pois) a capela era mera extensão da casa-grande” (JS).
Vemos, pela análise destes brilhantes exegetas, que a sociedade brasileira teve, em seu primórdio, todos os poderes, monocraticamente enfeixados, num só. E este modo de encarar a vida coletiva vai se ajustando à evolução econômica, tecnológica, influências externas, mas estará subjacente ao psicossocial brasileiro.

O passo seguinte, exposto por Jessé Souza, é o familismo. Transcrevo: “a proteção patriarcal é ..... uma extensão da vontade e das inclinações emocionais do patriarca. (Mas) o familismo tende a instaurar alguma forma de bilateralidade, ainda que incipiente e instável, entre favor e proteção, não só entre o pai e seus dependentes, mas também entre famílias diferentes, criando um sistema complexo de alianças e rivalidades”.

O exclusivismo luso vai gerar no Brasil um componente autárquico, sendo o subsistema “casa-grande/senzala” seu elemento principal. Este sistema “dá conta da singularidade de nossa formação social e cultural” (JS).

“É o sadismo transformado em mandonismo ...... que sai da esfera privada e invade a esfera pública inaugurando uma dialética profundamente brasileira de privatização do público pelos poderosos” (JS).

O século XIX, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, surgirão  novas variáveis, sendo, para mim, as mais importantes a urbanização e a transferência da sede do poder nacional do nordeste para o sudeste.

Todavia, além do subsistema casa-grande/senzala, havia “A Colônia em Movimento”, como Sheila de Castro Faria denominou, na publicação, sua tese de doutoramento (Editora Nova Fronteira, RJ, 1998). Eram as pessoas/famílias que construiam um mercado interno – produção, transporte, comercialização e serviços de toda ordem – fora dos ciclos da plantation e, obviamente, dos status referenciados à casa-grande.

Literalmente constituia uma população marginal, que nem por isso deixou de enriquecer, conforme se lê no surpreendente artigo desta mesma historiadora “Mulheres forras – Riqueza e estigma social” (UFF RevistaTempo, nº 9, jul-2000), bem como em obras do excelente historiador João Fragoso (“Comerciantes, fazendeiros e formas de acumulação em uma economia escravista-colonial”, Tese UFF, 1990, e “O arcaísmo como projeto. Mercado atlântico, sociedade agrária e elite mercantil”, com Manolo Florentino, Diadorim, RJ, 1993).

Certamente meu atilado leitor já percebeu que a independência do Brasil teve menor repercussão na sociedade nacional do que a vinda de D. João VI. Como analisara Gustavo Barroso, muito antes de deixar de ser, formalmente, uma colônia portuguesa, o Brasil já era uma colônia britânica e só se livraria desta, já avançado o século XX, para o ser dos Estados Unidos da América (EUA) e, atualmente, da “banca”.

Jessé Souza divide o Brasil em quatro grandes classes sociais: a elite dos proprietários, que chamarei, com uma dose de ironia, aristocracia, as frações da classe média, a classe trabalhadora semiqualificada, que melhor seriam designadas: operários e camponeses (trabalhadores da cidade e do campo), e a ralé, que é a sua expressão para o lúmpen.

A classe média, que formará a quase totalidade do Poder Judiciário, teve origem, como pudemos observar, nos agregados familiares da casa-grande e naquela “colônia em movimento”, esta feliz expressão de Sheila Faria.

Concluo esta parte com mais uma reflexão. Sabemos, e os autores já citados nos dão abundantes lições, que o enriquecimento não constitui, embora seja básico, o único fator para a mudança de classe. Não posso deixar de me referir, a este respeito, ao fundamental Pierre Bourdieu: “A Distinção” (Zouk, RS, 2ª Ed., 2015) e aos estudos reunidos por Sergio Miceli em “A Economia das Trocas Simbólicas” (Perspectiva, SP, 8ª Ed., 2015).

Ao assumir um papel na estrutura de poder, a classe média – por definição, a que está no meio – se posicionará em direção à aristocracia, minoritária em população, ou ao conjunto dos operários, camponeses e lúmpens, amplamente majoritário. Vem daí um primeiro, mesquinho, mas algumas vezes inconsciente impulso: dividir com menos sobra mais, e adere aos interesses de uma classe que não a assimilará, mas que irá sempre comprá-la.

Está aí o suborno que, frente ao espelho, tanta ojeriza – falsa repulsa de quem frauda imposto, suborna e fura fila – aparenta sentir a classe média, em todas as suas frações, principalmente quando algum executivo favorece, com mínimo que seja, o conjunto majoritário. A aristocracia não frauda imposto, apenas não o paga pois seus ganhos são direcionados para paraíso fiscal, e não fura fila, porque tem entrada exclusiva.

A aristocracia encontra sempre quem suje as mãos por ela.

A JUSTIÇA

Qual o propósito da justiça, em nossa formação social?

Em primeiro lugar, garantir os privilégios.

 Quando um aristocrata direciona seu filho para o poder judiciário, não espera ver um notável jurista, mas quem revogue, pela jurisprudência ou pelo arbítrio, um dispositivo legal que o incomode.

Estamos, tão somente, dando sequência à formação, à origem dos componentes majoritários do judiciário, ontem e sempre.

O que significa para o judiciário o mundo competitivo? O que é para o judiciário o Estado Mínimo?

São estas questões que colocam as ações do judiciário, neste Brasil pós golpe de 2016, em contradição com suas próprias origens e poder.

Passemos a analisá-las. Jessé Souza, seguindo Gilberto Freyre, “Sobrados e Mucambos” (José Olympio, RJ, 1951, 3 vol.), considera que, em 1808, o Brasil recebeu, com a corte portuguesa, o “mercado capitalista competitivo e o Estado burocrático centralizado” (JS). Inicia-se a decadência do patriarcado rural e a ascendência da cultura urbana.

 E, logo, a colonização inglesa.

Merece breve comentário esta nova colonização.

 A Inglaterra moderna foi construída pelo financismo. Isso não constitui matéria opinativa, mas a leitura da história, desde 1600, quando é criada a Companhia das Índias Orientais. Segue-se a disputa comercial com a Holanda por todo século XVII – lembrar a guerras anglo-holandesas –, a criação do Banco da Inglaterra, os modelos de colonização nos EUA (público e privado) e o uso da dívida (ou financiamento) na revolução industrial. Esta gestão inglesa do poder só encontrará oposição no final do século XIX, com o despontar do industrialismo estadunidense.

No Brasil colonizado pela Inglaterra, por todo restante do século XIX até a Revolução de 1930, prevaleceu sempre a questão da dívida. Dos primeiros atos de D. Pedro I foi enviar emissários a Londres para renegociar a dívida deixada pelo reinado português.

A estreita vinculação da aristocracia rural com o modelo econômico exportador levou nossos mais pretéritos juristas a escolher nesta área sua produção literária. É de 1798, os “Princípios de Direito Mercantil e Leis de Marinha”, de José da Silva Lisboa. E fomos formando bacharéis que se preocupavam com as questões da aristocracia, dos proprietários, quais sejam, as comerciais, as penais, a defesa dos patrimônios, para os quais também se consolidavam as leis civis.

Como irá se manifestar o último presidente na República Velha, “a questão social é caso de polícia”, o que ainda é, muito reservadamente, o pensamento da aristocracia financeira de nossos dias e de seus capitães do mato.

Assim, o poder judiciário foi constituído e se desenvolveu para defesa da minoria da população, que suborna e assalta o próprio Estado. Hoje, após aplicar o golpe, com outros apoios, o judiciário se excede, julgando diferentemente causas iguais, porém com distintos réus.

Ficasse na defesa da aristocracia, seria o judiciário que o Brasil sempre conheceu. Agora, como executivo da banca, atua na consecução dos objetivos daquele sistema. Entre eles está a destruição dos Estados Nacionais.

Mais estranho do que perseguir sua própria extinção – sem Estado não há estrutura jurídica e prevalece a lei da selva – o judiciário evoca uma competitividade de quem é, pela própria natureza, monopolista. Não conheço e peço aos caros leitores que me indiquem uma justiça que seja competitiva com ela mesma; dois tribunais concorrendo pela causa? Você escolhendo um juiz mais barato?

Ao acrescentar a defesa da classe mais favorecida a dos interesses alienígenas,  a justiça no Brasil deixa de ser, em primeiro lugar, justiça, e depois, brasileira.

É o que tenho a lamentar.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado