Tuesday, May 8, 2018

OS CORRUPTOS, MINISSÉRIE DE SÉCULOS

  Quem se apropria dos bens da Nação?

 Quem busca construir o Estado Nacional, capaz de defender e promover o desenvolvimento de seus cidadãos?

Estas questões estão presentes nesta minissérie que, de nossos antepassados até nós, vemos na permanente e onipresente colonização do Brasil.

Nosso País teve poucos, pouquíssimos instantes de Pátria Livre, submergindo, por golpes de diversos modelos, ao status de colônia.

São muitas e de diversos níveis as sujeições coloniais. 

Talvez a mais grave seja aquela que não é percebida pelo comum das pessoas.

E este comum das pessoas são os brasileiros que incentivam e apoiam os golpes. 

Que se consideram, sem qualquer razão para isso, superiores aos demais. Que, com um mínimo de leitura e conhecimento do Brasil, se posicionam como elite intelectual.

 Que se formam na fraude e, os poucas se dão contam disso, preferem ignorar e trapacear sua insustentável posição.

Se alguém pensou no “professor” Fernando Henrique Cardoso, acertou em cheio. 

Este aliado de Antonio Delfim Netto para conquista do poder na Universidade de São Paulo (USP), fraudou um conhecimento, copiando trabalho do exilado político Ruy Mauro Marini (1932-1998), também seu posicionamento político, intitulando-se e a seu partido “social democrata”, quanto nada mais representa do que o feroz liberalismo ou neoliberalismo e, ainda, pousando de vestal no lodaçal de corrupções da privataria tucana.

Coloquemos na prática o que é a corrupção: o que mantém infindável esta minissérie.

 Vou buscar dois exemplos recentes, embora de pessoas falecidas, pertencentes a um mesmo ciclo de poder: os governos militares de 1964 a 1985.

O papel de corrupto é assumido pelo Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, o de probo dirigente, preocupado com o Estado Nacional, é o General Ernesto Geisel.

É indispensável que meu leitor veja na corrupção algo muito maior do que os milhares ou milhões de dólares colocados em contas pessoais, familiares ou de fictícias empresas, em paraísos fiscais ou em aplicações similares, por políticos e empresários.

A entrega de um único campo do pré-sal, o subfaturamento na exportação da reserva  de nióbio ou o controle de um aquífero nacional  transfere do Brasil para o enriquecimento de estrangeiros muitos bilhões de dólares.

Não quero, em hipótese alguma, desculpar ou absolver os corruptos dos milhares. Mas considero da maior gravidade o roubo do bem-estar de brasileiros para a riqueza e o fausto dos estrangeiros, que ainda vem nos humilhar com seu poder econômico e financeiro.

Teria o Marechal enchido seus bolsos ou garantido a boa vida de seus descendentes?

 Não sei, mas não é impossível.

 O que efetivamente o caracteriza como corrupto está detalhadamente exposto na obra “Estranhas Catedrais – as empresas brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988”, de Pedro Henrique Pedreira Campos, Editora da UFF, Niterói, 2014. Livro consultado para este artigo, originalmente tese de doutorado do autor.

A subserviência aos interesses estrangeiros não começou com Castello Branco. 

É conhecida, retratada em livros e crônicas, a vassalagem de Assis Chateaubriand à Light e de alguns editorialistas de seus jornais que recebiam pagamento direto de executivos de empresas estrangeiras. Jânio Quadros custava “20% aos empreiteiros”.

A política do “governo Castello (era) de contratar empresas de engenharia estrangeiras”.

Uma das medidas que beneficiavam o capital estrangeiro eram os “subsídios fiscais”.

A Portaria nº 184, de 08/06/1966, do Ministério da Fazenda, é um retrato dessa corrupção.

 Deliberava:

“a) concede isenções de Imposto de Renda às firmas consultoras de planejamento e projetos de engenharia, domiciliadas exclusivamente no exterior;

b) concede, igualmente, isenção de imposto para serviços prestados por empresas estrangeiras, quando em consórcio ou associação com firmas nacionais, aplicando-se sobre a parte destas últimas a taxação legal;

c) arbitra em 20% o lucro operacional de agentes, representantes ou subsidiárias de firmas estrangeiras funcionando no País;

d) mantém o Imposto de Renda legal (28%) para as firmas nacionais”.

Não é de se espantar, portanto, que centenas de pequenas empresas tiveram decretada falência entre 1964 e 1967 (Governo Castello Branco).

O Clube de Engenharia, com toda repressão da época, por simples sobrevivência profissional, apontava a “necessidade de estancar a importação indiscriminada de técnica estrangeira”.

Dou, neste aspecto, experiência pessoal. 

O Brasil não é, obviamente, uma colônia privilegiada. O mesmo padrão, as mesmas pressões são difundidas pelo mundo. 

Trabalhando em Moçambique fui procurado por um dos Ministros, com relatório de renomada empresa estadunidense.

 Ele me pedia, pela sofisticação técnica, que lhe desse um parecer sobre a possibilidade de implantar as recomendações. Li, confesso que surpreso, o absoluto descaso com as condições locais para a simples possibilidade de adotar qualquer proposta do “estudo”. 

Pensei a princípio que era obra de algum inexperiente profissional, mas não era.

 O “estudo”, que custara algumas centenas de milhares de dólares a um país pobre, tinha sido pura e simplesmente uma cópia, onde se mudava o país e algumas condições específicas regionais, de outro elaborado para um país da América do Sul.

Veja, caro leitor, a farsa, a corrupção destes “honrados e probos” governantes brasileiros. E das “imaculadas” empresas estrangeiras.

Vejamos o caso oposto no Governo Ernesto Geisel. Havia, como é óbvio, militares e empresários que se aproximaram do General Costa e Silva e Emílio Médici, promovendo, mesmo com a corrupção dos tostões, em oposição à corrupção dos bilhões de Castello e dos golpistas de 2016, o desenvolvimento e a industrialização do Brasil.

O caso Geisel é, no entanto, exemplar, levando-o, e a seu grupo, a sofrerem o primeiro golpe aplicado no Brasil pelo sistema financeiro internacional, que denomino banca. O primeiro golpe neoliberal contra o Estado Nacional.

Recordando, a banca descobrira, durante o período de Napoleão, destituindo e constituindo nobreza pela Europa, que o poder fundiário precisava de um reforço. Este veio na forma da criação de dívida, a dívida que submetia, escravizava o devedor. 

E foi com a dívida que a Inglaterra se tornou o maior império do século XIX. 

O golpe aplicado no Presidente Geisel foi, exatamente, o da dívida; impedindo de escolher seu sucessor e encerrando um pequeno período de capacitação em tecnologias de ponta, pelo Estado e por empresas privadas brasileiras.

O dualismo Estado vs Mercado é uma criação liberal (ou neoliberal) com o surgimento do Estado empreendedor, promotor do desenvolvimento nacional, em oposição ao Estado “vaca leiteira” de interesses coloniais. 

No tempo que o Estado atuava para manter o lucro dos cafeicultores, pagar os juros aos bancos ingleses, sustentar a vida confortável dos monarcas e garantir, com empréstimos nunca pagos, o poder de escravistas e proprietários de latifúndio, o Estado não era contestado.

Mas quando ocorreu, como em todo mundo industrializado, ser promotor de um Brasil um pouco mais moderno, nem mesmo contemporâneo das conquistas europeias e estadunidenses, passou a ser o Estado corrupto, ineficaz, que não tinha recursos, oh! Ironia, para educação! 

Todos sabemos que a ignorância é condição cultivada com esmero pelo poder colonial.

E, neste contexto, surge o Presidente Geisel. 

Não apenas dá continuidade ao programa de substituição de importações, mas implementa os programas que trariam o Brasil à segunda metade do século XX e a se preparar para o século XXI.

O domínio das tecnologias de ponta: informática, com reserva de mercado; nuclear, com Acordo com Alemanha; aeroespacial, incentivado e prestigiando a Embraer e os estudos para a Base de Lançamento em Alcântara; e as novas energias, com o Pró Álcool. e maior capacitação da Petrobrás, com atuação no exterior.

Para os sugadores da vaca leiteira era impossível tal Governo.

 Na impossibilidade de declará-lo corrupto, acusaram-no de estatizante, antidemocrático. 

Mas teve o Ueki, que não era um “japonesinho do Geisel”.

 Ao contrário, foi por ele contido. 

Ao que eu saiba concedeu uma permissão de lavra de diamante, em Minas Gerais, para empresa estrangeira. 

Shigeaki Ueki se revelou no Governo Figueiredo, já no domínio da desregulada banca onde tudo passou a ser possível. É, no entanto, reconhecida sua competência gerencial.

Examinando a origem do golpe de 1964, Pedro Henrique Pedreira Campos conclui que a burguesia brasileira só veio a participar ativamente do Estado a partir de 1967, ou seja, após a saída de Castello Branco.

 Antes o Estado Brasileiro esteve entregue às mesmas forças que financiaram o IBAD, o IPES, e aos empresários associados aos interesses estrangeiros.

Tirar dinheiro do Brasil, dos impostos dos brasileiros, deixar que as riquezas naturais e do trabalho brasileiro sirvam apenas para o enriquecimento de acionistas estrangeiros e empoderamento de outros Estados Nacionais é a maior corrupção, que faz desta minissérie a verdadeira história do Brasil.

Se o caro leitor quer, real e efetivamente, combater a corrupção, pode iniciar votando, nesta eleição de 2018, em candidatos nacionalistas, que não advoguem privatizações, Estado Mínimo nem a independência (sic) do Banco Central, que não retirem direitos sociais, trabalhistas para elevar o "superavit" fiscal.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado pedroaugustopinho@hotmail.com

Sunday, May 6, 2018

PRECEDÊNCIA DA QUESTÃO NACIONAL

      Às vésperas de eleição que devemos exigir, mesmo desfigurada pela mídia hegemônica, antinacional e golpista, é importante colocarmos prioridades nas nossas reivindicações.

Professores, há mais de meio século, em meu curso de administração, sempre enfatizaram que os objetivos, claramente definidos e hierarquicamente organizados, constituíam o primeiro e fundamental passo para o sucesso empresarial.

São tantos os problemas, tantas as carências, tão grandes penúrias no cotidiano da maioria absoluta da população brasileira que é mais fácil nos perdermos nas aflições do que nos disciplinarmos para encontrar soluções.

Nem pretendo estar com a verdade e muito menos ensinar a quem quer que seja. Apenas ponho em questão a hierarquia dos temas que a mim parece, hoje, mais adequada ao enfrentamento do poderoso inimigo – sistema financeiro internacional, que denomino abreviadamente “banca”. Qual seu grande oponente? O Estado Nacional Soberano.

E nem por outro qualquer motivo, destruiu Estados: Iraque, Líbia,  Afeganistão, Ucrânia, tenta na Síria e na Venezuela. Poderia, como antigos colonizadores, colocar títeres nos governos (o que aconteceu no Irã e por quase toda América Latina e Caribe) e se apropriar das riquezas nacionais. Mas a banca optou pela destruição dos Estados Nacionais, pelo retorno nem à Idade Média, mas a dispersão tribal, modo mais fácil de reduzir a população mundial, um de seus objetivos mais cruéis.

Não tenho dúvida que a descoberta do pré-sal trouxe o golpe de 2016, os olhos da banca para o Brasil. E encontrou aqui um terreno fértil, uma burguesia ou classe média, como queiram, que não tem um pingo de nacionalismo. Ao contrário, enaltece o estrangeiro e desmerece o nacional. Já foi diversas vezes a Miami ou a Lisboa, a Paris e nenhuma ao Amazonas, ao Pantanal Mato-grossense, às Cataratas do Iguaçu, à Chapada Diamantina.
É um tema vasto, mas tentarei colocá-lo em único artigo.

Não vai aqui qualquer crítica, pois leio e muito aprendo nos artigos, ensaios, substantivos trabalhos de economistas, professores, jornalistas a respeito do desenvolvimento brasileiro. Demonstram, com consistência, medidas que nos tirariam da crise econômica, da recessão, do desemprego. Penso apenas que, se forem exitosas, nos conduzirão para mais um golpe.

Golpes que podem ser violentos, com mortes, torturas, frios assassinatos, ou, com todas estas mazelas, mas brotando de artifícios jurídicos, compra de parlamentares, sempre com apoio e propaganda da mídia. Também não podemos esquecer que, desde 1945, todos tiveram a colaboração financeira, estratégica e até operacional de potências e interesses estrangeiros.

Golpe também eleitoral, como o sistema Globo aplicou para eleger Fernando Collor e Fernando Cardoso.

Enfim, o sucesso na solução de problemas brasileiros – da industrialização, do desenvolvimento tecnológico, das três refeições diárias – acabaram em golpes. Getúlio, Geisel e Lula ilustram as variedades golpistas.

Parto desta história nacional, da permanente situação colonial do Brasil, que alimenta a minoria detentora de bens, possuidora das mídias televisivas e radiofônicas, dos bancos e financeiras, de terras e das empresas exportadoras, e suas íntimas ligações com os colonizadores, para propor o projeto mais radical: a Independência do Brasil.

É a precedência da questão nacional.

Precisaríamos, de início e aproveitando a eleição vindoura, constituir maioria nacionalista. Embora com otimismo, penso ser possível aglutinar sob o título de Movimento pela Soberania Brasileira, ou qualquer similar, parlamentares e, desde já, candidatos de diversos partidos.

A primeira e fundamental iniciativa seria constituir, pelo voto, a constituinte exclusiva, já calejada com os retrocessos da Constituição de 1988, para escrever a Constituição Soberana e Cidadã.

Quais pontos seriam fundamentais?

Tendo consciência da possante oposição da banca, nesta Constituição conteria, sem necessidade de regulação, para imediata aplicação, a auditoria da dívida brasileira e a estatização do sistema financeiro.

Se o caro leitor considera inatingível, leia o que o nada estatizante Jornal do Brasil (JB) escreveu neste primeiro mês do renascimento. São apenas seis famílias, uma única estrangeira, detentoras do controle acionário dos grandes bancos no Brasil. Estou considerando, como o JB, o Santander, banco espanhol, que a única medida, genérica, restritiva ao controle estrangeiro, o eliminaria.

Pense, atilado amigo leitor, quantas pessoas sairiam à rua para defender as famílias Setubal, Villela e Moreira Salles, proprietárias do Itaú? Quantas para defender as herdeiras de Amador Aguiar, do Bradesco, ou o senhor Joseph Safra, do banco que leva seu nome?
Claro que o Globo, a Bandeirante, a Record, o Sílvio Santos tentariam levantar a população para se opor. Mas são concessões públicas que podem ser revogadas agora, já, hoje, e só a covardia ou a ingenuidade ou a corrupção as mantém poderosas.

Sem mídias e sem dinheiro em mãos antinacionais ficará mais fácil conquistar nossa Independência.

Mas este partido ou movimento pela Soberania e pela Cidadania ou Nacionalista Brasileiro pode avançar ainda mais, dificultando a ação golpista. Penso na reforma institucional, com ideologia e características nacionais, não mais cópias de modelos estrangeiros.

José Ortega y Gasset (1883-1955), pensador conservador espanhol, em conferência publicada com título “Missão da Universidade” (1930,) faz duas afirmações importantes: “reforma é sempre criação de usos novos” e “busque-se no estrangeiro informação, nunca modelo”.

A Soberania será uma novidade para o povo brasileiro. Assim, precisa se assentar em base sólida, pois há mais de 500 anos somos vítimas da pedagogia colonial. Tratemos, então, de construir a pedagogia da soberania, a pedagogia da liberdade. Ela é fundamental para a construção da cidadania.

E, apesar das imitações, cópias mal feitas de europeus e estadunidenses, no Brasil, desde o Império, tivemos pedagogos a altura de seu tempo e com visão nacionalista. Para não cansá-los em citações ficarei apenas com Anísio Teixeira e Paulo Freire, que desenvolveram as bases para pedagogia nacional, crítica, libertadora.

Outro princípio basilar será o poder exercido apenas pelo voto direto. Não há sentido, que não seja da cópia imprópria de ideologia alienígena, misturar no poder a manifestação popular com a eventual meritocracia.

O judiciário não pode ser um poder constitucional, como não o são as forças armadas ou a diplomacia e ou a fiscalização tributária.

Todas estas atividades, de indiscutível importância, estarão subordinadas ao poder pelo voto. Sem dogmatismo, mas com o caráter de exemplo, teríamos o poder do executivo, com os vices eleitos individualmente, como já ocorreu no Brasil, e o do legislativo, também sem chapa de senadores, mas tanto titular quanto suplente, escolhidos pelo voto popular. O mesmo ocorrendo em todas as unidades em que se divida a administração brasileira.

Já escrevi, em várias oportunidades, sobre a construção da cidadania. Não é uma receita, considero uma questão em debate, e esta constituinte terá a oportunidade de debater e detalhar o modelo institucional para construção da soberania, como para a gestão da moeda e das finanças nacionais, e da cidadania.

Acaso estas instituições impediriam novos golpes? Certamente não. 

É o povo consciente de sua nacionalidade e de sua cidadania que impede golpes. E o processo excluirá, necessariamente os escravistas, autoritários, inimigos do povo, agentes estrangeiros.

É um bom momento para leitura ou releitura de excelente romance e não menos atraente livro de história. São as “informações” de que trata Gasset. Tenho em mente o romance de Charles Dickens, “Um conto de duas cidades” (A Tale of Two Cities) e de Thomas Carlyle, “História da Revolução Francesa” (History of the French Revolution).

Deste último transcrevo:

“..... combater bem é uma espécie de honra, como o é quando se combate na devida oportunidade; como não há de ser aqui, onde se tem combatido bem, talvez melhor do que nunca, na devida oportunidade?

Estes filhos da república ergueram-se em cólera louca para salvar (a nação) da escravidão e do tenebroso (cimério). E não a salvaram? ....... Impetuosos como o fogo, tem ostentado a sua tricolor perante as faces de todos seus inimigos; ondeando vitoriosa, alada de raiva, por sobre alturas escarpadas, por sobre baterias de canhões. 

A coligação cimeriana dos déspotas recua, ferida de assombro e de estranhos temores”.

Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado 

Friday, May 4, 2018

Judicial Watch - Tom Fitton’s Video Weekly Update – May 4, 2018

Tom Fitton’s Video Weekly Update – May 4, 2018

May 04, 2018 JW President Tom Fitton discusses a federal judge ripping Mueller over special counsel investigation into alleged Trump/Russia collusion, a NEW Clinton Dossier/FISA Lawsuit, and JW defending voter ID laws.
Judicial Watch Sues DOJ for FISA Court Transcripts Tied to Clinton-DNC Dossier
One of the many institutions the plotters of the slow-motion coup against President Trump have egregiously corrupted is the Foreign Intelligence Surveillance Court, which was created in 1978 to oversee the extraordinary powers of our spy agencies. Having used this court for political purposes the Deep State cabal is now trying to cover up its misdeeds.

We have filed a Freedom of Information Act (FOIA) lawsuit against the U.S. Department of Justice for all hearing transcripts of Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA) warrants related to Carter Page and Michael Flynn (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No. 1:18-cv-01050)).

We sued after the DOJ failed to respond to a February 26, 2018, FOIA request for:

Copies of all transcripts of hearings before the Foreign Intelligence Surveillance Court regarding applications for or renewals of Foreign Intelligence Surveillance Act warrants relating to Carter Page and/or Michael Flynn.

On February 7, 2018, House Intelligence Committee Chairman Devin Nunes wrote a letter to Judge Rosemary M. Collyer, the presiding judge at the Foreign Intelligence Surveillance Court (FISC) requesting transcripts of “any relevant FISC hearings associated with the initial FISA application or subsequent renewals related to electronic surveillance of Carter Page.” Page is a former foreign affairs advisor to President Trump.

On February 15, Judge Collyer replied that the FBI and DOJ “possess most, if not all, of the responsive materials the Court might possess, and we have previously made clear to the Department, both formally and informally, that we do not object to any decision by the Executive Branch to release any such FISA materials to Congress.”

It is outrageous that the Justice Department is covering up key FISA court transcripts that would shed light on how the Clinton-DNC dossier was used to obtain surveillance of the Trump team. Frankly, President Trump should order that the DOJ and FBI release all documents about the FISA court process that was subverted by the corrupt use of the Clinton-DNC dossier.

In January 2018, we sued the DOJ for text messages and other records of FBI official Peter Strzok and FBI attorney Lisa Page (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No. 1:18-cv-00154)). Strzok reportedly oversaw the FBI’s interviews of former National Security Adviser General Michael Flynn; changed former FBI Director James Comey’s language about Hillary Clinton’s actions regarding her illicit email server from “grossly negligent” to “extremely careless;” played a lead role in the FBI’s interview of Clinton; and is suspected of being responsible for using the unverified dossier to obtain a FISA warrant in order to spy on President Trump’s campaign.

In February 2018, we sued the DOJ for FBI documents regarding the FISA warrant application submitted to – and responses from – the Foreign Intelligence Surveillance Court related to alleged collusion between Russia and Trump campaign associates (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No. 1:18-cv-00245)).

In May 2017, we sued the DOJ for records of communications and payments between the FBI and former British intelligence officer Christopher Steele and his private firm, Orbis Business Intelligence (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No. 1:17-cv-00916)).

And last month, we sued the DOJ for records about top Justice Department official Bruce Ohr and his wife Nellie Ohr’s involvement in the Trump dossier authored by Christopher Steele (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No.1:18-cv-00490)) and (Judicial Watch v. U.S. Department of Justice (No.1:18-cv-00491)).

As the rest of Washington pretends to be concerned about Stormy Daniels, Judicial Watch stays focused on the core government corruption issue of our time – the Deep State attack on our constitutional system of government.



                             

Judicial Watch Defends Voter ID in Alabama 

Banners, rallies and debates are just the tip of the election iceberg. Because without the rule of law that protects elections from fraud, elections could be meaningless shams.

For example, we have now joined with the Allied Educational Foundation (AEF) in filing an amici curiae brief in the United States Court of Appeals for the Eleventh Circuit urging it to sustain a district court decision rejecting a lawsuit challenging Alabama’s voter ID law. (Greater Birmingham Ministries, et al. v. Secretary of State for the State of Alabama (No. 18-10151)).

We argue that, contrary to the plaintiffs’ claims in the trial court, there is no evidence that the enforcement of Alabama’s photo ID law has caused any harm to minority voters. The U.S. District Court of the North District upheld the voter ID law earlier this year. The NAACP Legal Defense and Educational Fund and the other plaintiffs then filed their appeal.

In its brief, Judicial Watch argues that an earlier Fifth Circuit Court ruling (Veasey v Abbott) upon which the NAACP based its case was “fatally flawed, unworkable, and contrary to precedent.” In that ruling, the Fifth Circuit broke with standing law requiring that a challenged voting practice or procedure must be shown to actually cause a disproportionate racial impact in order to violate the federal Voting Rights Act.

Our brief argues that several other court decisions “rightly require that a challenged voting practice or procedure cause a particular, discriminatory result” that causes the loss of equal opportunity to vote.

Opinions in this Circuit and in five others rightly require that a challenged voting practice or procedure cause a particular, discriminatory result, which is significant enough to constitute a loss of an equal opportunity to participate in the political process. This standard … properly restricts its use to actual instances of voting-relating discrimination.  By contrast, the Fifth Circuit merely requires proof that a challenged procedure disproportionately impacts members of a protected class and that this impact is “linked to” or “interacts” with a history of discrimination against that class.

The brief further argues that all election laws could be overturned if the courts adopt the new legal standard urged by the progressive groups challenging the Alabama voter ID law:

Every single voting procedure has a differential effect by race, for every race we choose to consider. This is true of even the most mundane rules concerning clerks’ office hours, the contents of mailings, written materials at the polls, the structure of ballots, translations, kinds of physical accommodations, registration and voting deadlines of every description, and allowable conduct in or near a polling place … If every existing law, and every proposed amendment to existing law, were subject to legal challenge … whenever a social scientist was willing to say that its impact differed by race and “interacted” with our history, the orderly administration of elections would become impossible. Congress never intended this outcome, and the problem of combatting true instances of racial discrimination in voting is hindered, not helped, by such a chaotic state of affairs.

The Left is playing the "Race Card" to try to shut down voter ID laws across the nation. There is no evidence that the enforcement of Alabama’s photo ID law has resulted in minority voters being denied an equal opportunity to vote. Voter ID laws secure the votes of all Americans, no matter their race.

Race baiting in elections is hardly new, but we don’t think voter ID laws discriminate. For example, in North Carolina, contrary to dire predictions by the Obama Department of Justice, minority voter turnout actually increased after the passage of North Carolina’s election integrity bill.

We have taken the lead nationwide in defending State Voter ID laws and other commonsense election integrity measures, including filing amici briefs in the Supreme Court and in several Circuit Courts of Appeal and Trial Courts. In December 2012, we filed a Supreme Court amicus curiae brief in support of Arizona’s proof of citizenship voter registration law.

In January 2014, we supported Arizona’s and Kansas’ follow-up to that litigation in their efforts to gain approval from the Obama administration’s Election Assistance Commission (EAC) to change the “federal” voter registration form to include a proof-of-citizenship requirement. JW and AEF then supported the states’ challenge to the EAC with an amicus brief  before the Tenth Circuit in July 2014. Judicial Watch and AEF have filed a number of amici briefs supporting North Carolina’s implementation of its election integrity reform law, most recently filing in the Supreme Court in March 2017.

The Allied Educational Foundation is a charitable and educational foundation dedicated to improving the quality of life through education. In furtherance of that goal, the Foundation has engaged in a number of projects, which include, but are not limited to, educational and health conferences domestically and abroad. We have partnered frequently with AEF to fight government and judicial corruption and to promote a return to ethics and morality in the nation’s public life.

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The Zombie Afterlife of the Clinton Global Initiative 

Recently, Bill, Hillary and Chelsea Clinton invited their followers to a reception in New York City for which contributions ranging from $2,500 to $100,000 will be graciously accepted.

They’re back!

Of course, she never went away. Micah Morrison, our chief investigative reporter, has even more of the Clintons’ doings in his Investigative Bulletin.

The summons from Chelsea Clinton came via email, an invitation to “be the change.”

“I am so excited about the Clinton Global Initiative University,” Chelsea wrote. In October, student leaders from “CGI U” will converge on Chicago, working on “projects big and small to address climate change, poverty, gender inequality, and other pressing issues facing their generation — and all of us.” The email provided four opportunities to donate to the Clinton Foundation. “None of this great work would be possible without you and your continued support.”

In January 2017, the New York State Labor Department issued a statutory notice that the Clinton Global Initiative—the annual glitterati schmooze fest that brought hundreds of millions of dollars into Clinton coffers—would be laying off twenty-two employees. The news went out: CGI was dead. Hillary would not be president; the gravy train had run out of steam. The Clintons closed up shop.

But in fact, reports of the death of the Clinton Global Initiative were greatly exaggerated. It continues in a kind of zombie afterlife, along with other Clinton Foundation efforts, including CGI U. “Building on the successful model of the Clinton Global Initiative,” the Clinton Foundation website says, “President Clinton launched the Clinton Global Initiative University in 2007 to engage the next generation of leaders on college campuses around the world.”

Mr. Clinton made a fortune from CGI U. His early partner in the project was the for-profit university system, Laureate Education. Laureate donated between $1 million and $5 million to the Clinton Foundation and signed Mr. Clinton up as “honorary chancellor” in 2010. Over the next five years, Laureate paid Mr. Clinton more than $17 million. That’s when Mrs. Clinton was Secretary of State and gearing up her presidential run. Laureate was controlled Doug Becker, a big Democratic donor. Becker stepped aside as CEO in 2017 with a $23 million package after taking the company public.

What does an honorary chancellor do to earn $17 million? Laureate told CNN that Mr. Clinton “inspired” people. The State Department stonewalled Judicial Watch’s attempt to uncover more details, eventually producing a heavily redacted contract that blacked out descriptions of the former President’s role. Laureate lately seems to have been shoved down the memory hole—it does not appear in current CGI U promotional material and both the Clinton Foundation and Laureate did not respond to requests for clarification. But Chelsea Clinton is carrying on the work. “We’re here with one of the most remarkable world leaders,” a Laureate student said in a video interview at a CGI U event reported by the Washington Post. “We’re here with Chelsea Clinton.”

The Clinton cash machine continues churning and you can bet there will be more attendant corruption!

Until next week …



Judicial Watch President Tom Fitton

Desativar para: inglês
de:The White House noreply@whitehouse.gov por ek3iedabxksg.t-monea2.na21.bnc.salesforce.com 
para:"sccbesme.humanidade@gmail.com" <sccbesme.humanidade@gmail.com>
data:4 de maio de 2018 23:50
assunto:Thank You For Your Message
enviado por:ek3iedabxksg.t-monea2.na21.bnc.salesforce.com

The White House, Washington
May 4, 2018


Thank you for sending me your thoughts and suggestions.
Yesterday, I signed an Executive Order establishing the White House Faith and Opportunity Initiative to help guide my Administration’s policy agenda as it relates to faith-based and community programs. This Initiative will ensure that faith-based and community organizations that form the bedrock of our society have strong advocates in the White House and throughout the Federal Government.
This Initiative is just one of many steps my Administration has taken to promote faith and prioritize religious freedom. Faith is embedded in the history, spirit, and soul of our Nation. As President, I will continue to restore the foundational link between freedom and faith in the United States of America.

Sincerely, 

Donald Trump
If you wish to receive regular email updates from the White House, please Click Here. You may also follow President Trump and the White House on FacebookInstagram, Twitter, and YouTube.


Friday, April 27, 2018

Palestra Sobre Pericia Judicial

Ao

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
  DGCOM - Diretoria-Geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento
Assunto: Palestra do Dr. Pedro Schubert sobre Pericia Judicial

Atenção: Dr. José Carlos Tedesco
                                      Diretor
                  DGCOM - Diretoria-Geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento


Prezado Senhor,

          Venho por meio desta encaminha aos Senhores, um assunto que provavelmente é do Vosso Interesse, pois como tenho recebido diversos Temas gerados em Vossa Diretoria – DGCOM, achei por bem, com o conhecimento de um dos Palestrantes,  Dr. Pedro Schubert, este convite emitido pelo CRA – Rio de Janeiro.                                https://www.cra-rj.adm.br/pericia-judicial-e-um-importante-campo-para-atuacao-do-profissional-de-administracao/

     Cabe aqui também alertar que existe uma parceria entre a Empresa sem fins Lucrativos – SCCBESME HUMANIDADE, com uma das Empresas do Palestrante – sobre o Tema  - Gestão Governamental e Empresarial - Visando também a redução da Corrupção - www.bmainformatica.com.br

Com relação ao Tema da Palestra segue um Site do Palestrante - www.periciajudicial.adm.br ,  para o Vosso conhecimento.

“”Quem desejar conhecer mais sobre o tema pode participar do workshop “O Profissional da Administração no campo da Perícia Judicial e Extrajudicial”, no dia 7 de maio, às 10h, na sede do CRA-RJ. Os responsáveis por compartilhar os conhecimentos da área são os Administradores Pedro Schubert e Murilo Pinto Pereira da Luz Júnior, especialistas na área.   As inscrições são gratuitas no site do Conselho. A sede do CRA-RJ fica na Rua Professor Gabizo, 197, Tijuca – RJ “”.

Sem mais para o momento, desejo-lhe

Saúde, Respeito e fraternidade,

  Paulo Augusto Lacaz
     Diretor Presidente
SCCBESME HUMANIDADE